Aluno da UNIP Santos conquista sexto lugar no primeiro torneio “Hackathon dos Portos”

Hackathon inédito foi realizado no Porto de Santos, litoral de São Paulo, para encontrar soluções inovadoras para o setor portuário brasileiro. Cada time tinha três minutos para apresentar suas ideias

Lucas Prieto de Senna, aluno do terceiro semestre de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNIP Santos, conquistou o sexto lugar no primeiro “Hackathon dos Portos”, realizado no campus Santos da Universidade, dias 6 e 7 de abril.

Por 30 horas, o estudante e equipe participaram de uma megamaratona que reuniu inúmeros desenvolvedores em busca de soluções para o setor portuário no país.

O evento inédito reuniu 30 equipes, cada uma com quatro integrantes de diversas regiões do Brasil como São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal. Desenvolvedores, designers e profissionais da área de programação participaram da disputa. As equipes tinham três minutos para apresentar suas ideias.

O grupo de Lucas, Praticool, desenvolveu um projeto de mesmo nome e fez exatamente o proposto: apresentou aos jurados uma plataforma que visava melhorar a eficiência do porto, reduzir o tempo de espera entre uma embarcação e outra, além de evitar a ociosidade dos colaboradores.

A competição, organizada pela Brasil Terminal Portuário – BTP, com apoio da UNIP e da IBM, disponibilizou antecipadamente as regras. O objetivo principal da maratona foi o do desenvolvimento de ferramentas digitais (programas, aplicativos etc.), criativas e inovadoras, em prol do melhor funcionamento do Porto, do transporte de mercadorias e que conferisse gestão eficaz voltada às pessoas.

“Utilizando inteligência artificial, ensinamos o algoritmo a entender os dados históricos que nos foi apresentado. Com isso, conseguimos analisar e dar uma base mais correta e segura da chegada do navio com uma pequena taxa de erro, que varia de segundos até 3 horas. Com isso, conseguimos otimizar tempo e reduzir custos extras. Disponibilizamos também cursos obrigatórios e não obrigatórios para que os colaboradores pudessem, durante o período de espera das embarcações, ganhar conhecimento”, afirma Senna.

Todos os projetos apresentados, inclusive os não premiados, passaram por avaliação dos jurados para serem implantados e também ficam disponíveis ao mercado. “As ideias apresentadas podem ser implementadas no terminal organizador do evento, assim como serem distribuídas pelo setor. Mais do que ganhar, participar de um evento como este, em que universitários e profissionais do setor se reúnem para desenvolver inovações, é muito gratificante.”