Universidade Paulista http://www.unip.br Últimas notícias pt-br Copyright Unip. Todos os direitos reservados. UNIP - Universidade Paulista http://www2.unip.br/img/layout/logo_unip_rss.gif http://www.unip.br 154 79 <![CDATA[22/05/2020 - Estudantes de Letras e Psicologia participam de debate on-line com professor de Havana ]]> Por Roseli Gimenes

Estudantes dos cursos de Letras, presencial e EaD, e de Psicologia da UNIP participaram, no dia 19 de maio, de um debate on-line, ao vivo, com o psicólogo e professor titular da Faculdade de Psicologia da Universidade de Havana, Guillermo Arias Beatón. O evento foi realizado pelo Instituto Lego, por meio da plataforma Zoom, dentro do Projeto de Educação Inclusiva, coordenado pela pedagoga consultora em Educação Inclusiva e pesquisadora em deficiência intelectual do instituto, Antonia Maria Nakayama.

Com doutorado em Ciências Pedagógicas pelo Instituto Central de Ciências Pedagógicas de Cuba, o professor apresentou para discussão o tema Mediação e compensação na deficiência intelectual: aportes de enfoque histórico-cultural. Partindo da questão se crianças com deficiência intelectual podem aprender, Guillermo Beatón apontou que, desde que nascem, as crianças necessitam que os adultos estejam preparados para oferecer-lhes atividades que desencadeiem seus aprendizados. Quando se trata de uma criança com deficiência, o caminho do aprendizado não é diferente, porém, é necessário um maior cuidado do adulto na preparação das atividades que estimulem sua curiosidade e mobilizem sua atenção para realizá-las.

O ato de mediação deve estar voltado à observação daquela criança de modo a compreender seu ritmo, sua forma de se comunicar, seu campo de interesse, as facilidades e dificuldades que ela apresenta. Se há falta ou demora para a conquista de um avanço, o adulto – seja ele pai, professor, especialista – não deve esmorecer, mas, ao contrário, acreditar que isso pode ser compensado pela criança no decorrer de seu desenvolvimento. O papel do adulto, então, é o de preparar-se, buscar alternativas, planejar atividades que desafie a criança a dar o melhor de si para aprender e, então, alcançar novo nível de desenvolvimento. Com base em Lev Vygotsky, o professor convidado enfatizou que a aprendizagem produz o desenvolvimento, sendo esta a meta da educação voltada à criança com deficiência.

O evento contou com a presença da coordenadora geral do curso de Letras, Roseli Gimenes, e das coordenadoras de Letras dos campi Vergueiro e Campinas, Joana Ormundo e Mônica Oliveira Santos, respectivamente, além de membros do Instituto Lego.

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DATA22/05/2020
<![CDATA[19/05/2020 - Pedagogia: uma prática que pode mudar o mundo ]]> Por Bruno

Ensinar é uma das funções mais importantes na formação de uma sociedade sadia, produtiva e criativa. Como profissão, a prática da pedagogia é celebrada no Brasil no dia 20 de maio, conhecido como o Dia Nacional do Pedagogo. A data reforça a importância desses profissionais que planejam e coordenam tarefas complexas na área da Educação, criando alternativas para viabilizar ensino de qualidade, com boa formação profissional e, sobretudo, humana.

Neste ano de 2020, não podemos deixar de lembrar todos os esforços, dedicação e comprometimento das educadoras e educadores para manter a rotina de estudo dos alunos em um momento de extrema apreensão, que afeta a todos no mundo inteiro, causado pela pandemia do novo coronavírus (COVID-19). Diante das novas circunstâncias surgidas do isolamento social, esses profissionais, sem medo de encarar a necessidade de flexibilização, vêm adotando situações e ferramentas tecnológicas desconhecidas ou não colocadas em prática até então, para manter o equilíbrio educacional e emocional de seus alunos e alunas.

Nesse contexto, em particular, essa é uma atitude que todos devemos também abraçar como família e sociedade para auxiliar os pedagogos nos desafios por uma educação consciente e colaborativa, em qualquer nível de ensino. Lembrando e atualizando a conhecida frase de Malala Yousafzai, “um livro [ou uma tela], uma caneta [ou um teclado], uma criança e um professor podem mudar o mundo.”

]]> DATA19/05/2020 <![CDATA[15/05/2020 - Projeto do curso de Biomedicina de Assis oferece aulas on-line gratuitas com certificado ]]> Por Fernanda Milani

A Liga Acadêmica de Hematologia e Hemoterapia da Biomedicina (LAHB), do campus Assis, criou um projeto de extensão para oferecer aulas on-line, com conteúdos complementares, durante o período da quarentena em razão do novo coronavírus (COVID-19).

O projeto intitulado Extensão “Hematonline” é coordenado pelos professores do curso de Biomedicina, Renata Bittencourt, Luiz Henrique de Moura e Peterson Menezes Terrazas. O objetivo é dar continuidade às atividades da Liga, acrescentar novos conhecimentos e abrir possibilidades para a interação dos alunos com vários profissionais do Brasil.

No formato de live (ao vivo), as aulas são abertas para os estudantes da UNIP e também para o público externo, e todos os participantes receberão certificados gratuitos, disponibilizados em PDF. Os dias, horários, temas e link para a inscrição são divulgados na página do projeto no Instagram e no Facebook.

A primeira aula ocorreu no dia 1º de maio e foi ministrada pelo biólogo Robson Amaral, que abordou o tema Em quem acreditar em tempos de pandemia? – A importância da divulgação científica. Robson Amaral é doutorando em Ciências Farmacêuticas na USP Ribeirão Preto, com pesquisa na área de tecnologia de cultivos celulares com ênfase em modelos in vitro. A live contou com cerca de 60 participantes, entre alunos da Liga, estudantes do curso de Biomedicina e de outras áreas da Saúde da UNIP, além do público externo.

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DATA15/05/2020
<![CDATA[13/05/2020 - Grupo de pesquisa de Letras debate “A cruel pedagogia do vírus” com Lynn Mario Menezes de Souza ]]> Por Fernanda Milani O Grupo de Pesquisa Encontros Interculturais na EaD: Narrativas de Vida dos Diferentes Brasis, liderado pela coordenadora do curso de Letras, Roseli Gimenes, e pela coordenadora de Letras EaD, Cielo Festino, recebeu o professor Lynn Mario Menezes de Souza (USP) para discussão sobre a obra A cruel pedagogia do vírus (2020), do sociólogo português Boaventura de Sousa Santos. O evento ocorreu on-line, no dia 8 de maio, por meio do aplicativo Zoom.

O livro traz cinco capítulos que trabalham temas reflexivos sobre as mudanças impostas pela pandemia do novo coronavírus (COVID-19), como o tempo dispensado aos filhos, a diminuição da poluição nas grandes cidades e a redução do consumo desenfreado. Na videoconferência, o professor Lynn Mario apontou importantes relações no texto de Boaventura de Sousa Santos, contextualizando e discutindo a vida intelectual e outras obras do autor.

Lynn Mario Trindade Menezes de Souza possui doutorado em Comunicação e Semiótica, foi professor visitante na University of Western Ontario (Canadá, 2004) e é professor titular da Universidade de São Paulo (USP). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Letras Estrangeiras, e atua com os temas ensino-aprendizagem, linguística aplicada, língua estrangeira, letramento, crítica literária e literatura pós-colonial.

Participaram do encontro as líderes do grupo e os membros: Andrea Cotrim, Márcia Selivon, Milton Gabriel, Deborah Paula, Walkyria Wetter, Solange Gervai, Joana Ormundo, Palma Rigolon Simone Gonzalez, Lígia Menna, Ana Lúcia Machado, Monica Mandaji e Bruno César dos Santos.

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DATA13/05/2020
<![CDATA[12/05/2020 - Ensino remoto: um “futuro” que se faz presente ]]> Por Bruno

A pandemia do novo coronavírus (COVID-19) trouxe a necessária prática do isolamento social e, com ela, o ensino a distância se tornou uma realidade imediata para não se cair no ócio educacional.

Coloca-se em vista e em desafio, assim, um modo de ensino que, se não é totalmente novo, surgido como consequência de uma crise mundial de saúde, é ainda visto com certa desconfiança. O momento, no entanto, apresenta-se como uma oportunidade para derrubar essas barreiras e reforçar o quanto o ensino remoto também pode ser eficaz no processo de ensino-aprendizagem, quando trabalhado com comprometimento pelas instituições e encarado com seriedade pelos professores e alunos.

A Universidade Paulista – UNIP há quase duas décadas vem valorizando e se dedicando à Educação a Distância (EaD), tendo hoje uma estrutura consolidada e eficiente nessa modalidade. Credenciada desde 2004 pelo MEC, por meio da Portaria MEC n. 3.633/2004, e recredenciada pela Portaria MEC n. 188 de 03/02/2017, a UNIP EaD conta com mais de 900 polos de apoio presencial para a oferta de cursos de graduação e de pós-graduação, beneficiando alunos em todos os estados brasileiros.

Todo esse investimento possibilitou à UNIP uma adaptação rápida e efetiva para atender também os alunos do ensino presencial que estão lidando com a quarentena de prevenção à pandemia. Como lembra a vice-reitora de Graduação e de Pós-Graduação e Pesquisa, professora doutora Marília Ancona-Lopez, em matéria veiculada pela Folha de S.Paulo, no dia 28 de abril, intitulada Pandemia muda a rotina de universidades: “Houve a suspensão repentina de todas as atividades. Isso nos obrigou a fazer uma reformulação muito rápida na forma de ensinar [...]. A interação física foi reduzida, mas a interação por meios digitais cresceu muito. E os alunos já viviam bastante no ambiente virtual.”

Amparada pelas portarias n. 343 (de 17/03/2020) e n. 345 (de 19/03/2020) do MEC, a Universidade vem adotando aulas e atividades remotas, aplicadas de acordo com as grades dos cursos presenciais, mantendo-se assim o mesmo calendário pedagógico. Na referida reportagem, Marília Ancona-Lopez destaca: “Estamos fazendo aulas ao vivo no horário que já estava determinado para aquela disciplina, e há interação entre toda a classe. Esse método manteve o vínculo do aluno com o professor, a comunicação que havia no presencial continua ali.”

A experiência da pandemia tem colocado todos à prova para se adaptar e manter a produção acadêmica ativa e com excelência, renovando conhecimentos e metodologias. “[Essa crise] nos obrigou a desenvolver criativamente os modos de ensino. Professores e instituições têm de encontrar alternativas (de ensino) sem que se perca a qualidade. São novas formas de ensinar e de avaliar o aluno. De certa maneira, o ensino ficou mais atual”, concluiu a vice-reitora de Graduação e de Pós-Graduação e Pesquisa da UNIP.

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DATA12/05/2020
<![CDATA[11/05/2020 - Coordenadora de Letras participa da live 'As mães são todas iguais?' ]]> Por Roseli Gimenes

No dia 9 de maio, das 15h às 17h, a coordenadora do curso de Letras, Roseli Gimenes, participou da live “As mães são todas iguais?”, transmitida pelo canal do Instituto Lego no YouTube. O evento contou com três debatedoras e mediação da pedagoga e consultora em Educação Inclusiva do Instituto Lego, Antonia Maria Nakayama.

Roseli Gimenes falou sobre Maternagem e diversidade, abordando o feminino na obra Tudo sobre minha mãe (1999), do cineasta espanhol Pedro Almodóvar. A psicóloga Vera Resende (Unesp) trabalhou o tema Tipos de mãe: elas são mesmo iguais?, apontando que cada mulher tem seu estilo próprio para exercer a maternidade. E Valéria Braunstein (Unifesp), por sua vez, tratou do tema Diversidade na construção e nas configurações familiares, mostrando como a diversidade está presente em sua própria família e naquelas que atende em seu consultório.

Com a mediação de Antonia Maria Nakayama, as debatedoras comentaram temas propostos pelos participantes do chat ao longo das apresentações. Coordenadores, professores e alunos dos cursos de Letras, Pedagogia e Psicologia da UNIP participaram do evento, que contou ainda com a presença da diretora do Instituto de Ciências Sociais e Comunicação, Marisa Regina Paixão.

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DATA11/05/2020
<![CDATA[08/05/2020 - Campus Santos participa de mapeamento da COVID-19 na Baixada Santista ]]> Por Fernanda Milani

O campus Santos da Universidade Paulista – UNIP é uma das instituições de Ensino Superior envolvida no mapeamento do novo coronavírus (COVID-19) na Baixada Santista. Realizada pela Fundação Parque Tecnológico de Santos e denominada Epidemiologia da COVID-19 na Região Metropolitana da Baixada Santista (Epicobs), trata-se de uma pesquisa regional inédita que visa identificar, por amostragem, o percentual de pessoas que moram na região e já tiveram contato com o novo coronavírus. 

O diretor geral do campus Santos, Edison Monteiro, coordena o estudo por parte da UNIP, que conta ainda com a participação dos professores e biólogos do Instituto de Ciências da Saúde, doutora Andréa Gobetti e doutor Bruno Carli, e da professora e psicóloga do Instituto de Ciências Humanas, mestra Andrea Poppe. O grupo, formado por mais de 40 pesquisadores, é coordenado pelo médico infectologista da Secretaria de Saúde de Santos, Marcos Caseiro, pelo médico e pesquisador Marcos Calvo e pelo secretário municipal de governo e mestre em Saúde Coletiva, Rogério Santos.

O mapeamento teve início no dia 1º de maio e será dividido em quatro fases, com o objetivo de identificar a soroprevalência e analisar o avanço da COVID-19 nos municípios de Santos, São Vicente, Praia Grande, Guarujá, Cubatão, Itanhaém, Peruíbe, Bertioga e Mongaguá. Em cada etapa, cerca de 2.500 pessoas, escolhidas aleatoriamente, farão o teste rápido que apontará se já tiveram contato com o vírus, por meio da identificação de anticorpos.

Os testes serão aplicados de forma proporcional, considerando a densidade populacional de cada município, com o objetivo de identificar por amostragem científica o percentual da população com anticorpos para o vírus. Com esses dados, será possível avaliar a velocidade de expansão da infecção, determinar casos de assintomáticos e obter percentuais precisos da letalidade pela COVID-19 na Baixada Santista.

O projeto é financiado pelo Conselho de Desenvolvimento Metropolitano da Baixada Santista (Condesb), sem nenhum tipo de custo para os participantes que consentirem em contribuir com a pesquisa. Segundo os coordenadores do estudo, técnicos municipais irão às residências dos selecionados para realizar o exame, que consiste na coleta de uma gota de sangue dos dedos e preenchimento de questionário detalhado.

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DATA08/05/2020
<![CDATA[06/05/2020 - Coordenadora do curso de Letras realiza debate on-line sobre o filme “O milagre na cela 7” ]]> Por Roseli Gimenes

No dia 4 de maio, a coordenadora geral do curso de Letras, Roseli Gimenes, realizou on-line, por meio do aplicativo Zoom, a palestra Pulsão de vida: O milagre na cela 7. O evento ocorreu como parte do Projeto Cultura em Foco, promovido pelo Instituo Lego, que tem como proposta criar grupos de debates e estudos de obras culturais, como livros, filmes, pinturas e outras manifestações de arte, com um olhar psicanalítico.

A discussão teve como base o filme turco O milagre na cela 7 (2019), de Mehmet Ada Öztekin, abordando o contexto histórico da Turquia na década de 1980, a questão da pena de morte (cuja última execução ocorreu em 1984, sendo abolida apenas em 2004), o terceiro Golpe de Estado no país e o sistema prisional. Além dos aspectos históricos, políticos e sociais, o filme apresenta uma visão crítica em relação aos problemas do protagonista Memo (Aras Bulut Iynemli), um pai solteiro com deficiência intelectual que acaba servindo de chacota à comunidade e, injustamente, é condenado à pena de morte.

Segundo Roseli Gimenes, “a película vem causando comoção nos espectadores e encanta por mostrar muitas metáforas e apresentar ao mundo uma visão idílica entre pai e filha, que se complementa pelo código que ambos mantêm em sua comunicação: Lingo, lingo şişeler, uma referência a uma canção folclórica da Turquia. Apesar de todos os percalços por que passa Memo, a vida assume a importância que merece: a liberdade e o amor.”

Participaram ainda do debate a psicóloga e presidente do Instituto Lego, Regiane Strobilius, acompanhada da diretora administrativa Adriana Almeida Prado, da psicóloga Daniela Gonzalez Pena e da pedagoga e consultora em Educação Inclusiva, Antonia Maria Nakayama.

O evento contou com a presença virtual de alunos do curso de Letras da UNIP, período matutino, dos campi Brasília, Marquês, Goiânia, Santos, Vergueiro, Campinas e do EaD, bem como de estudantes do curso de Psicologia, período matutino, do campus Alphaville. Devido à grande procura e ao limite de usuários on-line no aplicativo, muitos interessados não puderam participar do debate, motivo pelo qual o Instituto Lego prometeu reapresentá-lo em breve.

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DATA06/05/2020
<![CDATA[30/04/2020 - Encontro resgata a memória e a história da Sociedade Brasileira de Paleontologia no campus Sorocaba ]]> Por Comunicacao

Nos dias 29 e 30 de novembro de 2019, no campus Sorocaba, foi realizado o Encontro Anual do Núcleo Paulista da Sociedade Brasileira de Paleontologia – Paleo SP 2019. O tradicional evento, iniciado pelos membros da sociedade em 2000, marca um momento de encontro, conversas e troca de ideias entre profissionais paleontólogos do estado de São Paulo, funcionando também como porta de entrada para estudantes e entusiastas da área.

Nesta última edição, o evento teve a História da Paleontologia no estado de São Paulo como tema e buscou resgatar a memória e a história da Sociedade Brasileira de Paleontologia. Na programação, foi exibido um vídeo com fotos dos encontros anteriores. A conferência de abertura foi proferida pelo doutor em Geociências, William Sallun Filho, do Instituto Geológico da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, que apresentou um histórico do seu trabalho com estromatólitos fósseis. Ainda no primeiro dia, foram realizados minicursos de paleoarte com os paleoartistas Ariel Milani e Felipe Alvez Elias.

No segundo dia, a doutora em Geociências,  Mírian Pacheco, da UFSCar, ministrou a palestra O registro fóssil e as raízes cósmicas da vida, apontando a importância de se estudar o registro fóssil como base para a busca de vida em outros planetas. Por fim, o paleontólogo Max Langer (USP), renomado especialista internacional em dinossauros, abordou o tema Ornithoscelida e o fim da revisão por pares, destacando a atual situação da revisão por pares dentro das revistas científicas.

Duas importantes discussões foram trazidas à tona pelas mesas-redondas realizadas no evento. A primeira tratou da Institucionalização dos paleontólogos em tempos de crise, colocando em debate como os jovens profissionais devem buscar seu lugar ao sol no cenário paleontológico do século XXI. Com o tema Paleontologia, quo vadis?, a segunda mesa-redonda trouxe em questão os caminhos para se conseguir financiamento para as pesquisas em meio à instabilidade que se abateu sobre a ciência. Ambas as mesas trouxeram importantes reflexões.

No encerramento do evento, foi entregue o Segundo Prêmio Rodolfo Nogueira de Paleoarte a três participantes e o doutor em Geociências, Renato Pirani Ghilardi (Unesp), foi homenageado com o Prêmio Sergio Mezzalira, por suas contribuições à paleontologia no estado de São Paulo.

Acesse aqui, gratuitamente, o livro de resumos com a programação e textos das palestras e trabalhos apresentados no Paleo SP 2019.   

 

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DATA30/04/2020
<![CDATA[29/04/2020 - Educação mostra-se essencial em tempos de isolamento social ]]> Por Roseli Gimenes

Para a coordenadora geral do curso de Letras da UNIP, Roseli Gimenes, “a prática leva à criação e, em tempos de isolamento social, criar acrescenta muito ao espírito humano.” No mundo inteiro, rápida e inesperadamente, a Educação precisou ser criativa para ficar frente a frente com muitos estudantes por meio de aulas remotas on-line (ao vivo), mantendo-se ativa e com atividades. O sucesso da empreitada deve-se a professores que se mostram essenciais nesse período da pandemia causada pelo novo coronavírus (COVID-19). O filósofo Yuval Noah Harari, em 2018, antecipou as revoluções pelas quais o gênero humano vem passando e apontou que educadores deveriam ensinar a abraçar o desconhecido e a manter o equilíbrio mental. Aos professores e professoras coube, então, a flexibilidade mental para assumir um novo modelo educacional preconizado pelas Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC). Compreender que a tecnologia não é “ruim” se usada adequadamente para a Educação, tornou-se, no melhor sentido, uma palavra de ordem.

“Durante a pandemia por que passamos, os educadores assumiram suas aulas em tempo real dando não somente tranquilidade aos estudantes para que pudessem continuar seus estudos, suas atividades, mas também proporcionando um convívio diário muito próximo daquele da sala de aula. Para além de conteúdos, os professores podem enfatizar a necessidade de que a consulta on-line também é possível. As chamadas TAA, Tecnologias de Aprendizagens Ativas, puderam ser compreendidas, antes de mais nada, pela prática de uma metodologia como a da sala de aula invertida. Nela, os estudantes são protagonistas porque suas pesquisas antes da chegada às telas em seus horários de aula serão fundamentais na aprendizagem. Também por meio de atividades assim foi possível atender, em um primeiro momento, àqueles estudantes com dificuldades de acesso integral à internet. E essas atividades mostraram-se muitas vezes preciosos estudos de casos nas aulas ao vivo”, ressalta a coordenadora e professora Roseli Gimenes.

De acordo com o professor da Universidade de Coimbra, Boaventura de Sousa Santos, em seu recente livro A cruel pedagogia do vírus (2020), a sociedade vive nos últimos 40 anos uma pandemia da crise, ou uma crise pandêmica, e a pandemia do novo coronavírus aumenta ainda mais a crise já existente. Para Roseli Gimenes, “se em momentos de exceção, como este agora vivido, é possível criar momentos de tranquilidade nos estudos, eles nos são dados por educadores dedicados que de tudo fazem para manter o equilíbrio mental e ajudar seus alunos nesta difícil passagem.” 

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DATA29/04/2020
<![CDATA[28/04/2020 - Enfermagem na linha de frente contra a COVID-19 ]]> Por Fernanda Milani

“A Enfermagem é uma arte e, para realizá-la como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso como a obra de qualquer pintor ou escultor [...]. É uma das artes; e eu quase diria, a mais bela das Belas Artes”. Essa frase é da inglesa Florence Nightingale (1820-1910), considerada a fundadora da Enfermagem Moderna por se destacar no tratamento de feridos de guerra.

Como nos tempos de Florence, hoje também vivemos uma guerra contra um inimigo invisível, o novo coronavírus (COVID-19). Nessa luta, muitos heróis da área da Enfermagem batalham até a exaustão, com devoção exclusiva e preparo rigoroso, colocando em prática a formação que tiveram nos cursos técnicos e acadêmicos.

Os profissionais da Enfermagem estão na linha de frente no combate à COVID-19, deixando de lado o medo e a insegurança para enfrentar a doença que já matou mais de 200 mil pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Um exemplo de força e coragem é exposto no relato da ex-aluna do curso de Enfermagem do campus Brasília da UNIP, Larissa Alves, que vem atuando diariamente contra essa pandemia.

Na reportagem publicada pelo Engeplus, portal de notícias da cidade de Criciúma, SC, Larissa Alves conta como a profissão mudou sua vida. Trabalhando como líder de equipe no Centro de Triagem do bairro Boa Vista, em Criciúma, ela relata que deixou seus familiares por semanas para atuar diretamente no combate ao coronavírus. “Estava morando no hotel alugado pela Prefeitura de Criciúma. Cheguei a trabalhar 24 horas no Centro de Triagem. Fiz teste rápido e testei negativo e, por isso, voltei para casa para conseguir ver meu filho e meu marido.”

Ressaltando a importância da Enfermagem, no dia 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, a OMS homenageou enfermeiros e obstetrizes. O objetivo da entidade foi lembrar os líderes mundiais o papel crítico que estes profissionais estão desempenhando atualmente para manter o mundo saudável. O enfermeiro cada vez mais se destaca e assume um papel decisivo e proativo nas necessidades de controle de pandemias e de cuidado da população, disseminando as melhores formas de manter o bem-estar pessoal e social. Como disse Florence Nightingale, uma arte que requer grande preparo e dedicação ao próximo.

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DATA28/04/2020